1, 2, 3… a zaga falhou mais uma vez

Lamentável

Saudações são-paulinas!

Escrevo com atraso, pois este gato que vos fala estava com os olhos muito arregalados e o pelo arrepiado para comentar a desfaçatez do clássico de ontem.

Contra o dito Timão – cujo apelido tem mais a ver com o distintivo desenhado por Rebolo do que pelas qualidades futebolísticas -, nosso Tricolor provou aquilo que este velho gato sempre comentou: temos ataque e só. Por isso perdemos de 3 a 2 e não de 3 a 0.

Nosso argentino supremo nem pode fazer os gols de sempre, pois tinha que jogar de ponta de lança. Buscava a bola no meio já que nossos médios nada faziam.

Apesar do nosso técnico mítico ter ficado bravo, temos um time desorganizado. A linha média de cinco e prova cabal disso.

E a zaga? Capitaneada pelo “God of Falha”, falhou nos três lances de gol. E só não foi mais porque nosso Renan Ribeiro se supera. Ele – junto com Pratto e os autores dos gols, Gilberto e Wellington Nem – não mereceram a derrota.

Só nos resta aguentar esse grito de “1,2,3” e torcer por um retorno vitorioso no jogos como mandante. Pois o nosso Clube da Fé anda descrente enquanto visitante.

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Nos anos 1910, o Paulistano cedeu a arquibancada do Velódromo para o Campo da Floresta. Era o começo do São Paulo, criado em 1930. No Velódromo, morava um gato, que foi na troca e que vive, até hoje, junto do Tricolor. Há quem diga que isso é invenção do Rafael Duarte Oliveira Venancio, mas nunca foi provado.
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Nos anos 1910, o Paulistano cedeu a arquibancada do Velódromo para o Campo da Floresta. Era o começo do São Paulo, criado em 1930. No Velódromo, morava um gato, que foi na troca e que vive, até hoje, junto do Tricolor. Há quem diga que isso é invenção do Rafael Duarte Oliveira Venancio, mas nunca foi provado.