Cruzeiro 1 x 0 São Paulo

Aquele detalhe que acaba…

Minha cara quando o Cruzeiro fez o gol…

Boa noite, são-paulinos, que estão lendo este gato apaixonado pelo nosso Clube da Fé!

Parabéns para vossas mães que criaram vocês bem, dentro do caminho do Tricolor. Pena que não posso dizer o mesmo do nosso time nesta tarde de domingo. Tecnicamente, o jogo foi mais morno que banho de língua, mas o resultado diz mais sobre a gente do que sobre o Cruzeiro. Perder de 1 a 0 no Mineirão não é surpresa, mas perder por desatenção…

O nosso Renan, goleiro tricolor que faz jus às raízes e veste branco quando o time joga de listrado, fez defesas incríveis. A nossa linha média – ops, meio-campo – fez um ótimo serviço, mas a defesa e o ataque…

No ataque, faltou solidariedade, especialmente no fim do primeiro tempo. Em dois lances bobos, um toque para o companheiro antes de tomar o bote era o que faltou para o gol tricolor. Nisso, nossos atacantes precisam aprender que é mais fácil todos fazerem gols quando um pensa no outro e não só em si.

Já na defesa, tenho tristeza só de pensar. Em um time que teve Bellini, Mauro, temos zagueiros que não prestam atenção no lateral cobrado em profundidade. Vocês acham que Oscar e Dario Pereyra erravam na cobertura? Claro que não. O mesmo não podemos falar do time atual. Tem vezes que acho que o banco do nosso técnico mítico deveria ser atrás do gol, pois essa é a visão de jogo que ele está acostumado.

Isso tudo são detalhes. O Tricolor joga bem, mas precisa se acertar. O problema que não estamos com o time de dez anos atrás que também precisou do ajuste de detalhes rumo ao Pentacampeonato brasileiro. Hoje temos a pressão do jejum de títulos.

Paciência, meus caros. Mais uma derrota. Cruzeiro 1 x 0 São Paulo no dia de hoje no Mineirão com o gol de Ábila no segundo tempo. Teremos uma longa jornada de fé neste ano de 2017.

Saudações tricolores sempre confiantes do felino mais são-paulino que existe.

PS: Amanhã, posto meus palpites para G6 e Z4. Aguardem!

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Rafael Duarte Oliveira Venancio

Nos anos 1910, o Paulistano cedeu a arquibancada do Velódromo para o Campo da Floresta. Era o começo do São Paulo, criado em 1930. No Velódromo, morava um gato, que foi na troca e que vive, até hoje, junto do Tricolor. Há quem diga que isso é invenção do Rafael Duarte Oliveira Venancio, mas nunca foi provado.
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Rafael Duarte Oliveira Venancio

Nos anos 1910, o Paulistano cedeu a arquibancada do Velódromo para o Campo da Floresta. Era o começo do São Paulo, criado em 1930. No Velódromo, morava um gato, que foi na troca e que vive, até hoje, junto do Tricolor. Há quem diga que isso é invenção do Rafael Duarte Oliveira Venancio, mas nunca foi provado.

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