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Vai-se a “celebridade”, ficam o clube e seu maior patrimônio, uma torcida que anda sofrida e carente de atletas que realmente mereçam a idolatria. (foto: Vascão da Zoeira)

Desde que Nenê chegou ao Vasco, em 2015, e quase conseguiu ser o grande protagonista do milagre da salvação do clube de seu terceiro rebaixamento em um intervalo de apenas 8 anos, sempre fui um admirador da classe e da garra do ex-jogador do PSG. Podia até sair de campo derrotado, mas honrava a camisa e se empenhava ao máximo. Legítimo camisa 10 à moda antiga, ele foi o principal jogador do Gigante da Colina nas duas últimas temporadas e resistiu às investidas de vários dos nossos rivais – inclusive, trocando a possibilidade de disputa da badalada Libertadores pela da malfadada Segundona.

Por tudo que foi citado no parágrafo acima, o meia se firmava como ídolo da torcida e tinha o respeito dela, mesmo não mantendo em 2017 as boas atuações tradicionais ao longo da sua carreira. Tanto estava rendendo pouco, que foi parar no banco de reservas por algumas das primeiras rodadas do Brasileirão.

A partir daquele momento, saiu de cena a faceta do craque e surgiu a do menino mimado.

Embora tenha reconquistado a vaga no time titular, Nenê nitidamente andava pilhado, reclamando além da conta com as equipes de arbi(pilan)tragens, os jogadores adversários e até mesmo com os colegas de time. O destempero dele fez com que partisse para cima do Éverton para tirar satisfação – em um lance em que o atacante rubro-negro claramente estava apenas tentando ganhar tempo e valorizar a posse da bola – no final do fatídico confronto contra aquele time que sempre fica só no “cheirinho”. Aquilo ali pode ter sido um ingrediente a mais para aumentar a tensão que já pairava no ar e, literalmente, explodiu após o assopro de apito final dado por Anderson Daronco.

Pois eis que, em um Engenhão deserto por conta da punição sofrida pelo Vasco devido à imbecilidade de marginais que se dizem torcedores, Nenê fez contra o Santos a sua última partida envergando o nosso manto sagrado. Nada de gols, nem lances de efeito, nem passes precisos. As imagens mais marcantes protagonizadas pelo camisa 10 foram uma sonora bronca no Yago Pikachu por ter batido uma falta – que por muito pouco não abriu o placar, diga-se de passagem – sem pedir a sua “bênção” e a cara de poucos amigos no banco, contrariado por ter sido substituído já no finzinho do jogo.

Às vésperas da partida contra o São Paulo, simplesmente decidiu não viajar com o grupo. Comunicou à diretoria que não estava se sentindo “priorizado” e que, por isso, iria negociar com os clubes do futebol internacional que teriam procurado o seu agente. Falando em Português claro: não aceitava a ideia de não ser mais tido como um craque intocável e insubstituível; honrou o apelido e se comportou como um nenenzinho birrento.

Definitivamente, não é o que se espera de um atleta profissional tão experiente e que deveria servir como exemplo para os novos talentos que estão surgindo na Colina Histórica.

Vai embora pela porta dos fundos e com fama de desertor. Não precisava ser assim. Péssimo negócio para todos os lados.

Porque caráter, gratidão e respeito são coisas que o dinheiro não compra. Ou, pelo menos, não deveria comprar.

 

Day after

Como o Tricolor Paulista não tem nada a ver com isso e precisava desesperadamente dos três pontos para encerrar um jejum que já durava nove partidas sem vitórias, aproveitou-se bem do nosso sempre tão generoso e acolhedor sistema defensivo e gastou menos de dois minutos para abrir o marcador, em belo arremate de Lucas Pratto. O primeiro tempo ainda teve pelo menos mais outras duas grandes oportunidades para os donos da casa ampliarem a vantagem, mas Martín Silva e a pontaria descalibrada de Pratto evitaram isso.

Quanto ao Vasco, até que se postou bem e não se abalou tanto com o gol sofrido precocemente, porém sentia falta da presença de algum homem de criação em noite inspirada, limitando-se aos arremates de longa distância do volante Bruno Paulista – que aparenta ser um bom jogador, só que ainda distante das condições físicas necessárias. De resto, muita disposição e pouquíssima qualidade em campo. Faltas de lado a lado e um São Paulo nitidamente acanhado, mais com medo de perder do que com vontade de ganhar, como tantas vezes já se viu naquele estádio em que Sorato cabeceou longe do alcance de Gilmar Rinaldi e comemorou o gol que selou o nosso segundo título do Brasileirão – o ano era 1989 e este lance levou ao delírio um certo garotinho goiano que assistia àquela partida na AABB da cidade de Rio Verde, a 22o quilômetros de Goiânia.

Renan Ribeiro, o atual titular da meta são-paulina, não era nem nascido quando aquela final aconteceu. Mas ele pode ter certeza que teria muito mais trabalho na partida deste meio de semana se o sistema ofensivo do atual time do Vasco tivesse metade do talento daquele formado por Bismarck, William, Bebeto e Sorato. Lembrar destes caras e ver o que estão jogando Pikachu, Escudero e Wagner é desesperador. Não vou nem citar o Thalles, pois até que o nosso peso pesado faz bem a função do pivô e não é justo querer jogar nas costas dele o mesmo poder de decisão que se pode cobrar de alguém com a fama e o currículo do Luis Fabiano, por exemplo.

Mas numa coisa os dois se equivalem: a capacidade de levar cartões totalmente infantis e evitáveis. Thalles, que havia sido advertido contra o Vitória por ter tirado a camisa após uma comemoração de gol, desta vez levou mais um amarelinho porque jogou a bola ao chão em protesto contra uma marcação do assoprador de apito. Com isso, está fora da partida contra o Atlético-MG, no próximo domingo, e deve ser substituído pelo recém-contratado Andrés Rios. Que este argentino não seja um novo Herrera a nos torturar.

Como nada mais de relevante aconteceu no segundo tempo da partida contra o São Paulo e o jogo acabou mesmo com um resultado que reafirma uma péssima mania nossa nos anos recentes – a de reabilitar times em crise, ou, em bom “futebolês”, levantar defunto -, o que pode ser tirado de positivo é a confirmação do potencial de garotos como Guilherme e Paulinho. Eles já provaram que merecem estar entre os titulares. Falta só o Milton Mendes parar de forçar a barra na escalação dos mais conhecidos e dar logo a chance que a molecada tanto espera e faz por merecer.

E que o Anderson Martins já seja regularizado e estreie imediatamente, porque o Martín Silva já pagou pecado demais neste campeonato tendo que se virar para evitar o pior depois das lambanças de Jomar, Rafael Marques e Paulão.

Por mais que a classificação esteja emboladíssima e somemos apenas três pontos a menos que a linha de corte para a Libertadores, está mais do que óbvio que não temos time para sonhar com uma vaga nesta competição. O lance é continuar humildemente no meio da tabela, pontuando sempre e mantendo uma distância de segurança do 17º colocado.

Se conseguirmos fechar o campeonato entre os 16 primeiros, já está muito bom. O título que interessa mesmo este ano é o da carta de alforria da ditadura mirandista. Aí sim poderemos pensar em dias melhores e em voltar a ser a imensa torcida bem feliz.

 

#SOLADADOBACALHAU: o Gato do Velódromo me provocou em sua última resenha, fazendo o convite para que o meu time ocupe o lugar do dele no Z4; pois digo ao amigo bichano que o simples fato de o São Paulo ter sofrido tanto para vencer este Vasco já é a prova cabal de que é sim um fortíssimo candidato a fazer companhia ao Internacional na Segundona; trouxeram até um profeta para se encarregar de anunciar desde já o destino que está prestes a se cumprir…

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